Subir ao céu foi como sobrevoar uma sala de câmara projetada por uma criança de sete anos. Aquela fotografia do horizonte liso pegando fogo sem quase nada de oxigênio projetou-se na parede do meu quarto em 4:9, ao final do expediente. Estava cansada, mas o olho pregou vontade de palavra naquela nuvem gostosa atras da … Continue reading o zumzum de voar em semitom
a poção do amor que não vai na geladeira
É impressionante a falta que sexo faz. A inércia é tanta que até esqueço de tomar meu anticoncepcional. Ato falho. Curiosa essa re-mitificação da relação homem-mulher-coito. Homem-feroz-ativo, mulher-romance. Mulher-útero-tesão, homem-sei lá. O esquecimento do anticoncepcional é um sinal claríssimo dessa abstinência. Falta de toque, pela retomada de um consenso de compromisso, atualizada no scroll do … Continue reading a poção do amor que não vai na geladeira
sobre o tal palimpsesto, motivo atraente
Meu post interessante começa por aqui (onde também começo a me inscrever online). A retórica do palimpsesto, esse pergaminho reescrito, esse papel reutilizado, tantos documentos apagados, transformados em outros, outros tempos, outras coisas, casas, incêndios, rascunhos sobrepostos, epígrafes injustas, sujeira, pó. Tanto pó. Montanhas e mais montanhas de pó histórico, imaginário, tipo a bíblia, que … Continue reading sobre o tal palimpsesto, motivo atraente